Descubra qual padrão emocional pode estar aparecendo na forma como você se relaciona.
Independentemente do resultado: você está se relacionando com a pessoa que existe ou com a pessoa que você acredita que ela poderia se tornar?
Porque às vezes o nosso sofrimento não nasce apenas daquilo que alguém fez. Nasce também daquilo que nós imaginamos que aquela pessoa poderia fazer. E é aí que começamos a nos apaixonar pelo potencial.
Você não precisa aprender a amar menos. Precisa aprender a enxergar melhor.
Observe. Questione. Perceba seus padrões.
E, principalmente, não ignore aquilo que a realidade está mostrando só porque a sua expectativa gostaria que fosse diferente.
Se esse teste fez você perceber comportamentos que se repetem nos seus relacionamentos, o próximo passo é entender de onde esses padrões podem estar vindo e como eles aparecem na sua vida afetiva.
Conhecer o padrão é o começo. A consciência vem quando você começa a perceber o que faz com aquilo que descobriu.
Agora que você já entendeu um pouco mais sobre os seus padrões de apego, esse é o momento de ir além da autoanálise. Criei mentorias, guias, ebooks e manuais práticos pra te acompanhar em cada fase dessa jornada — do primeiro entendimento até a mudança real.
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